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| A simpática Pousada Cafundó |
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| Essa lindeza é a Cascata dos Venâncios, não na mesma viagem, na de inverno, mas é que sendo tão linda, merece duas fotos |
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| Comerciais de veículos são produzidos no Passo do S |
Este não quer ser só mais um blog sobre fotografia e viagem. Mas esse é um blog sobre fotografia e viagem (!) Tem tanto mundo por aí, só esperando você chegar nele, que não dá pra não falar, não mostrar. Tem mundo que se repete, mas tem mundo que não se conhece. E cada mundo tem um olhar que encontra nele um significado diferente. Então o que eu quero mesmo é mostrar o mundo que eu olho, pra você olhar com seu jeito, se achar que vale a pena. Vem comigo dar uma espiada no Mundo Por Aí?
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| A simpática Pousada Cafundó |
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| Essa lindeza é a Cascata dos Venâncios, não na mesma viagem, na de inverno, mas é que sendo tão linda, merece duas fotos |
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| Comerciais de veículos são produzidos no Passo do S |
Riozinho
Chuvisqueiro
29 ° 34 ′ 55 ″ S , 50 ° 25 ′ 30 ″ W
Então vamos passear por um lugar “muito tri” como dizem os gaúchos.
Em 2020 foi a primeira vez que ouvir falar da Cascata do Chuvisqueiro. Santa ignorância! Só para variar, foi a fotografia que me levou lá. Na primeira saída para astrofotografia, que você pode conferir logo abaixo (não é que saiu direitinho, sendo a primeira? Mérito do nosso Master Professor, Egon Filter).
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| A Via Láctea sempre dando show |
Bom, você tem várias opções para chegar lá. Eu saí de Montenegro e fui em direção a Novo Hamburgo, deixando a 116 e pegando a RS239 , segui até Taquara, e depois até Rolante. Como sempre, vá admirando a paisagem. Passe por Rolante e siga até Riozinho, vá prestando atenção nas montanhas que ladeiam a estradinha. Na minha primeira ida, peguei o sol se pondo sobre os campos, e foi fantástico.
Se você sair de Porto Alegre, o caminho pode ser outro, até Gravataí pela Freeway e depois pela RS020 até Taquara. Lá você vai chegar na mesma RS239, e segue igual.
Quando a estradinha passa a ser de chão (Estrada do Chuvisqueiro, mais ou menos 10km), tome cuidado, há lugares que margeiam o rio e algumas pirambeiras, então todo cuidado é necessário.
Há muito que parar e aproveitar, pois a cor do rio beira um verde esmeralda, muitas “pinguelas” como a gente chama as pequenas pontes pênseis lá na minha terra, então tudo é motivo para parar e fotografar, ou apenas observar.
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| Brincando de infravermelho |
Um pouco antes chegar na Chuvisqueiro, você vai ver a Tenda da Bike, administrada por uma gentil cozinheira, e que faz sanduíches fabulosamente grandes...vale a pena conferir depois das trilhas, já que a fome deve apertar.
Lá na entrada para a Cascata do Chuvisqueiro, você paga a entrada que estava em R$15,00 em fevereiro/21. Tranquilo para estacionar, prepare-se, se você prestou atenção lá da estrada já deve ter visto a Chuvisqueiro, mas agora você já ouve o rugir da água.
E então você a vê: a Cascata do Chuvisqueiro! 76 metros de altura em que a água despenca com força, formando uma cortina branca envolvida por um rochedo de tom alaranjado, muita vegetação, um espetáculo aos olhos. Mas o segredo é estar lá à noite e poder vê-la coroada pelas estrelas. Aí o olhar é outro, te garanto.
Mas, se você só quer curtir, senta e relaxa. Ali há algumas churrasqueiras e tal. Quem gosta de sossego, a época certa a ir não é o verão. Vá fora de época, e curta o sossego. Não se limite à Cachoeira, pois há paragens lindas ao redor, seguindo o riacho.
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Se você estiver com tempo, logo em frente fica o Camping das Três Pedras, e adiante a Cascata das Três Quedas. Aliás, a região toda é rodeada de cascatas incríveis (das Borboletas, do Sossego, do Quebra Cabo), mas hoje o post é dedicado a Chuvisqueiro e Andorinhas (logo abaixo).
E vá prestando atenção, por que os, como eu chamo, “berçários de borboletas” podem estar no meio da estrada. É fora de série chegara pé ante pé e fazer as borboletas voarem ao seu redor. Experimente!
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| Grupos de borboletas estão por toda parte |
Cascata das Andorinhas
29°34’14.2″S+50°28’53.4″W - a magia da luz
Revelada a Chuvisqueiro, volte pelo mesmo caminho, e quando chegar numa ponte que parece uma laje, pegue à direita e no Bolicho do Valandro, siga à esquerda. Logo vai ter que largar o carro e seguir a pé. A trilha não é longa, mas é exigente, leve água e calçado adequado, passe repelente. Muita lama, e aí, meu amigo, preste atenção, porque qualquer escorregão pode te machucar, palavra de quem entende – busca o Post da Praia da Teresa que vai me entender.
No fim do primeiro trecho da trilha, é necessário cruzar o rio, vá com atenção. Mais alguns metros e você chega nesse deslumbre que é a Cascata das Andorinhas – necessário cruzar o rio de novo. A Andorinhas é especial. Ao meio-dia você tem o encantamento do sol iluminando o interior da cascata, é uma visão de tirar o fôlego.
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| Uma foto não faz jus, precisa estar lá |
Novamente, pense se você quer companhia ou prefere mais sossego. Obviamente, no verão tem gente demais. Fica difícil conseguir um cantinho pra pensar sossegado. O fato é que estando ali, o tempo passa diferente, e quando você vê, precisa voltar. Mas é aquilo que eu digo, precisa ir e experimentar o seu olhar.
A Andorinhas não é alta, em torno de 10 metros. Mas a caverna magnífica e a luz que entra fazem a mágica acontecer.
Um capricho que a Mãe Natureza levou milhares de anos construindo, e está ali pra você. Curta, respire, mas não deixe restos, cumpra seu papel de ser humano consciente.
Na volta você estará energizado e em paz. Nem sentirá as pedras e o sobe e desce da trilha.
Volte zen.
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| Uma curva simples na estrada, e um visual incrível, fique atento |
E se gostou, deixe um comentário, me ajudando a construir os próximos textos.
Logo seguiremos para outro lugar bacana. Vem comigo?
34°28 " S do ′ 17 57°50 " W do ′ 39 Vamos ao Uruguay? Que o Uruguay é pequeno e encantador todo mundo sabe. Que tem uma excelente ...